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Histórias repetidas

Procurei pelo tempo para te dizer, vê que te esqueceste, ou fizeste de conta, de qualquer forma eu já lá estive, nesse lugar, nessa história. Posso-te dizer agora e tu corriges tudo, ou não se volta atrás no tempo? Podes perguntar-me da próxima vez, que eu conto, cada história, cada linha, só para que não a reescrevas para mim mais nenhuma vez. Há tanto para viver, tanto para saber, escreve qualquer outra coisa, e não te esqueças, quanto mais vezes reescreveres a mesma história, mais eu vou acreditar que possas ter perdido a inspiração comigo. Eu quero vida, não quero reencontrar o mesmo degrau vezes sem conta até ao fim.

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Um dia fiquei sem voz, fui silenciada e a minha escrita deixou de existir. O blogue que escrevia desde os 9 anos, de forma anónima, desapareceu, porque alguém de repente achou que escrever era algo totalmente inútil. Deixei que alguém me dissesse o que eu não podia ser. Anos depois, em memória ao blogue de uma vida, ás histórias que definiam como eu sou como nenhumas outras, aqui está o mesmo nome, o mesmo registo, para mostrar que eu mudei e que eu sou eu, sou o que eu quiser, o que eu sonhar, livre. As palavras são uma linda forma de expressão e nunca devemos permitir que alguém silencie a nossa voz.

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