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É urgente amar

Terminou o dia e vem o escuro de uma noite que se adivinha solitária. Hoje sarei feridas, fiz juz à palavra liberdade e corri para longe, bem longe do que me fazia mal.
Hoje tentei fugir para longe do lado escuro deste lugar e não consegui, procurei amor e conforto num abraço frio, o abraço de quem ainda carrega algum desamor no peito.
São poucas as coisas as que amo e às quais me dedico, mas o amor que lhes tenho, se soubesses o tamanho do amor que lhes tenho, assustar-te-ias ao perceber que o guardo todo no meu peito, e quão grande se torna o meu coração para lhes dar espaço.
O desamor magoa, tão mais do que parece, é de se imaginar que sempre que não se ama alguém tão digno de se amar isso não nos atinge. Mas atinge, atinge saber que ninguém pode compreender a dimensão das coisas que amo na minha vida, nem mesmo as pessoas que eu amo…

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Um dia fiquei sem voz, fui silenciada e a minha escrita deixou de existir. O blogue que escrevia desde os 9 anos, de forma anónima, desapareceu, porque alguém de repente achou que escrever era algo totalmente inútil. Deixei que alguém me dissesse o que eu não podia ser. Anos depois, em memória ao blogue de uma vida, ás histórias que definiam como eu sou como nenhumas outras, aqui está o mesmo nome, o mesmo registo, para mostrar que eu mudei e que eu sou eu, sou o que eu quiser, o que eu sonhar, livre. As palavras são uma linda forma de expressão e nunca devemos permitir que alguém silencie a nossa voz.

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