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Um nada bem repleto de merda

“Mas eu não fiz nada” diz a imbecil da mulher com um encolher de ombros na tentativa de um ar angelical mas onde só se denota cinismo, começo a rir-me, aquele riso nervoso que diz: “só me apetecia era dar-te um estalo no focinho”, respiro fundo e sigo em frente.

No meio das afazeres penso: não fizeste nada minha grandessíssima aldrabona?! E sim interrompo os meus afazeres porque com os anos a vontade de lhe dar uma coça só aumentam, ela é daquelas pessoas que tem o dom de só aumentar os defeitos, e portanto, sei que paz de alma para além da que tenho desde que decidi cortar contacto com ela, paz de alma a 100% sei que só terei quando um dia der lhe um valente estalo, é aquela paz de quem esteve por anos a levar ensaboadelas de detergente na boca e agora só quer dar uma boa trinca num quadrado de chocolate! Eu precisava desse momento de pura luxúria e prazer, e até eu que sou manteiga derretida, um coração mole, não me iria arrepender de um único dedo a pousar em velocidade naquele rosto repleto de máscaras, tantas máscaras que não haveria de saber como chegar-lhe á verdadeira pele se não com a total força que eu pudesse empregar na minha mão, e debaixo de todas as máscaras haveria de sentir cada dedo a pulsar naquele focinho, e mesmo assim era pouco, mas quem já o deu, sabe bem o poder terapêutico de um estalo no focinho de quem nos tentou foder por anos.

Não fiz nada diz ela, repleta de autoadmiração por conseguir dizer aquilo com todos os dentes que tem na boca ( um ou dois a menos não faziam-lhe mal), mas eu vou dizer o que é nada, vou vos explicar que nada talvez para ela mas para mim de nada tem muito pouco:

Ponto 1. Tal gata borralheira, tal criada, tal servente da Madame Porcamielle, nos primeiros tempos põe-me a limpar-lhe a casa toda contente que pode descansar dos afazeres, aproveita-se da minha boa vontade e sobretudo cegueira temporária, temporária, obviamente. A ex do Bruno atirava-lhe as coisas para o chão, só por causa disso já gosto mais dela que da Porcamielle.

Ponto 2. A cruela dos dalmatas adota um bichinho que não tem culpa nenhuma da crueldade fedorenta que habita dentro dela, o bichinho deixa pelo em casa e como não nasceu ensinado a fazer xixis e cocós, a cruela atira o bichinho para um canil pronto para abatê-lo. Fora de merdas, odeio, absolutamente odeio quem faz mal a animais, não só roubou a oportunidade ao bixinho de ter uma vida com uma família decente como ainda atirou o bixinho para a morte sem dó nem piedade, eu prefiro pelos espalhados pela casa do que a podridão passada do prazo com cheiro a merda que não acaba que vai dentro da Porcamielle!

Ponto 3. Faço o jantar, atira um dos pratos que eu faço para o lixo e tal qual criança de 5 anos sorrateiramente sem que eu saiba diz aos outros que fui eu que deitei comida fora, mas que caralho fui eu que fiz a comida e com as dificuldades que eu passei jamais deitaria comida fora, a Porcamielle não me conhece, se não não se punha a inventar coisas descabidas.

Ponto 4. O filho decide juntar-se com a mulher, começar uma vida nova e a Porcamielle com aquela cabeça doente diz ao mundo que o filho morreu para ela, passadas umas semanas passa-lhe a bipolaridade mas esquece-se que tudo o que cheira mal chega ao nariz mais depressa.

Ponto 5. Estás a conversar descansada a dar uma oportunidade á Porcamielle para fazer o teu marido feliz, a Porcamielle ouve falar em cus e cheira-lhe logo a merda, distorce a merda toda e transforma-a em estruma e ainda tempera a gosto. Oportunidade dada – check!

Ponto 6. Eu sou interesseira mas a Porcamielle assim que perdemos a nossa casa diz-nos como se fosse a coisa mais natural do mundo: que pena que eu não usufrui da piscina. Tem saudades do sol do Algarve e põe e ppk destruida a dourar ao sol mas diz que é tudo saudades do filho. Eu sou interesseira, a porcamielle não sabe que se lhe quisesse ir directamente ao bolso fazia-lhe qualquer coisa la em baixo e ficava o assunto resolvido, é facil moldar quem não sabe o que é um orgasmo e só fez sexo para procriar.

Tenho mais mil razões mas não me apetece escrever mais, vou trabalhar que já se faz tarde.

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Simples, sonhadora, trabalhadora, feliz, prática, cética, agnóstica, livre, pensadora, escritora, politicamente incorrecta.

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